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Jun 06
publicado por brmf, às 10:10link do post | comentar

" O argumento do mérito individual é falacioso: ninguém pede quotas para a entrada de mulheres nas ordens dos médicos, dos advogados ou nas carreiras das magistraturas e da diplomacia (onde o acesso a mulheres estava vedado apenas há trinta anos atrás) porque nesses contextos existem claros critérios de mérito, testados e testáveis, iguais para todos. E por isso mulheres não faltam nessas profissões. Quem lá chega, chega por mérito. A política, pelo contrário, é uma área onde redes de contactos informais, amizades, fidelidades a lideranças jogam um papel determinante. Esta informalidade determina opacidade nos processos de escolha de indivíduos, sobretudo na elaboração de listas eleitorais. "

[Ana Gomes no Causa Nossa]

 

  1. Ana Gomes, chegou a eurodeputada por mérito próprio ou pelas "redes de contactos informais, amizades (e) fidelidades a lideranças"?
  2. As "redes de contactos informais, amizades (e) fidelidades a lideranças" só se aplicam a homens ou também se aplicam a mulheres?

 

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