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Out 06
publicado por brmf, às 10:15link do post | comentar

Ontem fui pela primeira vez, este ano, ao Festival do Teatro Cómico da Maia (podem ver aqui o programa); fui ver a peça “O Grande Criador” representada pela Companhia do Chapitô. A peça é uma sátira ao cristianismo, um percurso sobre a história do cristianismo, desde a formação do mundo até à crucificação de Cristo, sempre de uma forma caricatural que se torna muito engraçada. Dito isto, duas notas:


- o fanatismo religioso não é idêntico em todas as religiões, esta peça é a prova disso. Esta peça se fosse sobre o Islão daria água pela barba. Em Portugal, como a comunidade muçulmana não é tão grande quanto isso, talvez fosse possível a sua exibição, noutros países seria banida com certeza.


- a cultura pode e deve chegar a todos; ontem o auditório estava cheio (pelo menos a parte de baixo que foi onde eu estava). Quando se fala que a cultura não pode ser regida pelos princípios do Mercado, este Festival demonstra o contrário.

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