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Out 06
publicado por brmf, às 13:19link do post | comentar

Se existe coisa que me chateia nos sindicalistas, especialmente no execrável Carvalho da Silva, é a conversa dos “patrões e dos trabalhadores”, como se os patrões não fossem também eles trabalhadores. Carvalho da Silva não fala em patrões e empregados, ele fala em patrões e trabalhadores como se fossem coisas antagónicas.


Caro Carvalho da Silva,
Eu, um jovem de 24 anos, sou trabalhador (no seu conceito de trabalhador, ou seja, sou empregado) e digo-lhe com toda a franqueza que o meu patrão (no seu conceito de patrão, ou seja, trabalhador como os restantes trabalhadores) trabalha tanto ou mais do que eu. Em boa verdade, trabalha mais, como é lógico. A empresa é dele e, como em tudo a vida, o que nos diz especial respeito merece mais atenção da nossa parte. Todos gostamos dos filhos dos nossos amigos, mas gostamos muito mais dos nossos (salvo seja, que eu não tenho filhos).


Realmente chateia-me essa Conversa da Treta. Nem o José Pedro Gomes e o António Feio fariam melhor.

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