07
Set 09
publicado por brmf, às 19:30link do post | comentar

Os meus desejos eleitorais não podiam estar mais em sintonia com os do MEC, de acordo com a sua crónica no Público de hoje (via). Quem passa aqui pelo estaminé sabe que não vou à bola com este PSD: soa tudo a maledicência, a vazio, a uma mão-cheia de nada. Basta ler o Jamais para o confirmar. É uma escrita simplória, infantil, cheia de acne. Sabem aquela fase da juventude em que nem estamos de bem connosco nem com os outros? É isso que sinto neste PSD. É por isso que, de todas as possibilidades governativas que estão sobre a mesa, uma coligação pós-eleitoral PS-CDS é a que mais me agrada.

 

"...dou comigo a querer que o PS ganhe também nas legislativas. Que mal têm as maiorias relativas? Não será altura de pôr fim ao culto do absolutismo? Que mal têm as coligações? As coligações são triunfos políticos: a melhor seria PS/CDS. (...) Veja-se o debate de José Sócrates com Paulo Portas. Admiram-se; entendem-se; são inteligentes. São os dois melhores políticos que temos. O PSD está em obras e seria feio falar dele neste momento difícil. (...)

O melhor resultado possível, na minha opinião, seria uma maioria relativa do PS. Mas há outros bons resultados possíveis.
São só eleições: alguma coisa se há-de arranjar. É para isso que elas servem."

 

A minha dúvida é: qual o voto que mais pode contribuir para esta solução?


publicado por brmf, às 10:52link do post | comentar

Debate MFL-Louçã

 

No debate de ontem entre Francisco Louça e Manuela Ferreira Leite, o líder bloquista acusou o PSD de querer privatizar parte da Segurança Social. A MFL refutou a acusação. Aliás, para quem é de famílias políticas tão díspares, eles concordaram muitas vezes. Mas adiante. Abri o programa do PSD e o que lá vem escrito sobre a Segurança Social é o seguinte:


“Manteremos durante a próxima legislatura o regime da Segurança Social nos seus traços essenciais.

Estudaremos, porém, a introdução de medidas destinadas a que a pensão de reforma dos Portugueses passe a ser crescentemente encarada também como uma responsabilidade individual, como a informação periódica sobre a situação de cada titular ou o progressivo plafonamento do valor das contribuições e das pensões mais elevadas, sempre com integral respeito pelo princípio da confiança."

 

Lendo e relendo, não sei ao certo quem tem razão. O programa do PSD é tão vago, tão pouco comprometido, que não consigo compreender o que lá vem escrito - e não é só nesta matéria. Se numa primeira fase aparece “manteremos o regime”, numa segunda fase aparece “o progressivo plafonamento do valor das contribuições”. Alguém sabe ao certo interpretar isto? Eu não. Provavelmente será defeito meu. Para quem tanto se gabou de fazer um programa que todos pudessem ler, seria bom escrever de forma a que o comum dos mortais o conseguisse fazer. O programa é de facto pequeno; é pena não ser claro.

 

Já agora, um link interessante.

 

___

ricochete


o docontra e eu
Sempre a par
pesquisar neste blog
 
Setembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
23
25
26

27
29


comentários recentes
<br />O grupo Maria Isco fornece ajuda para ...
Meus amigos lá é uma nova maneira de se tornar mui...
Nós somos um fornecedor de empréstimos de dinheiro...
Twitter
links
subscrever feeds
Twingly BlogRank