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Jan 09
publicado por brmf, às 10:56link do post | comentar

O país entrou em polvorosa com os alegados erros de arbitragem dos jogos de ontem (Benfica-Braga e F.C.Porto-Trofense). Não me recordo de tantas manifestações de indignação quando o Benfica foi prejudicado - excepto do próprio Benfica, é claro -, mas passemos aos factos. O Prof. Ignorante Jesualdo Ferreira queixa-se de duas penalidades que ficaram por marcar a favor do F.C.Porto. É força do hábito. Estão tão habituados a penálties não-penálties que estranham quando assim não é. Queriam um penálti a toda a força, mesmo que não fosse. Num dos casos toda a gente viu que não era; no outro admito que poderia ter sido marcado. Mas dois? Só por força do hábito é que se pode dizer uma alarvidade destas. Mais: outra vez, o parte-cabeças-Bruno-Alves agrediu um adversário impunemente. Os jornais dizem que foi sem querer. Começo a achar que este tipo joga futebol sem querer. Queria ter ido para pugilista e acabou no futebol por engano.
No jogo da Luz é verdade que o Benfica foi beneficiado, mas não ao ponto, como ouvi no resumo do jogo no Domingo Desportivo, de ter havido 52 penalidades não assinaladas a favor do Braga (quem era aquele cromo que estava a relatar o jogo?!). O Braga pode queixar-se de um golo em fora-de-jogo do Benfica, um penálti não assinalado a seu favor (o lance do Luisão) e um penálti um pouco forçado assinalado a favor do Benfica (mas que não é um erro de arbitragem, a decisão tanto podia cair para um lado como para o outro, mas já que usou critério largo na área do Benfica também o deveria ter feito na outra). Mas o que eu acho mesmo piada é aos comentários de um lance de alegado – inexistente! – penálti cometido pelo Katsouranis. O jogador do Braga Rentería domina a bola com o braço, que depois fica à mercê do Alan, e onde, depois, supostamente o Kat teria feito penálti. O curioso é que ninguém fala da mão na bola do jogador do Braga. O cagar é a última fase do processo digestivo. Primeiro come-se e depois é que se caga. Aqui é a mesma coisa. A falta do jogador do Braga é precedente. Primeiro marca-se a falta do jogador do Braga; o resto não é preciso discutir porque não devia, sequer, existir – e, mesmo assim, não é falta (o tribunal do jornal Ojogo é unânime). Mas o problema é este: porquê começar a análise ao processo digestivo pela defecação?
 

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