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Out 10
publicado por brmf, às 23:07link do post | comentar

Em Portugal estabeleceu-se que os Orçamentos da Administração Pública são de base incremental (ultimamente por falta de “carcanhol” a coisa alterou-se). Não conheço empresa onde tal aconteça - o que só abona em favor da possibilidade de existir quem assim o faça. Em qualquer empresa que conheça, o Orçamento para o ano seguinte é baseado no histórico e em previsões. Histórico de vendas passadas e previsões de vendas futuras entre outros indicadores analisados. No Estado, não. O Orçamento estabelece-se com um incremento de X% sobre oOrçamento do ano anterior. Sobe-se a despesa, sobe-se a receita. Como o que produzimos é inferior ao que gastamos, a diferença é colmatada pela subida de impostos. Tem sido assim. Só que o limite está a chegar (ou já chegou). O aumento de impostos tem um limite. Com a alteração da pirâmide etária, onde a população activa continua a decrescer, diminuindo a capacidade do Sistema se financiar, a solução passa por orçamentos, tendencialmente, para o ano X+1 iguais a X-x%, ou seja, orçamentos de base decremental. Não há alternativa, são contas de merceeiro.

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