07
Fev 06
publicado por brmf, às 11:14link do post | comentar
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publicado por brmf, às 10:59link do post | comentar
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publicado por brmf, às 10:52link do post | comentar

A minha opinião é muito simples, a liberdade de expressão deve imperar. Acho, que agora, à distância (é muito fácil falar assim), se calhar tinha sido melhor não publicar aqueles cartoons. Mas também acho que o mundo ocidental (a Dinamarca em concreto) não tem nada que pedir desculpa por algo que apenas foi um pretexto para a violência que se gerou. Não tenhamos dúvidas. Foi agora, mas poderia ter sido em qualquer momento. Qualquer coisa teria servido como pretexto para aquela onda de violência que os fanáticos lideres islâmicos promoveram.


Mas há uma coisa que não posso concordar. Ainda ontem ao ouvir o Prós e Contras, no caso Vasco Rato, tive a certeza que se esta a gerar uma espécie de "islamofobia". Isso é intolerável. O mundo islâmico não aquele que se vê nas televisões. Aquele mundo que se vê são fanáticos que se aproveitam da falta de cultura, de condições, de educação, em suma, falta de tudo das populações para fazerem valer a sua prepotência e ódio. É preciso separar o povo dos fanáticos. Sinceramente, ninguém está a ver o Sheik que estava ontem no programa a incendiar embaixadas, ou estão? O discurso que ouvi é perigoso e xenófobo. Vasco Rato disse que é recorrente o terrorismo no povo islâmico. Quase que insinuou que em cada islâmico há um possível terrorista. Disse que o mundo islâmico fanático era maioritário. Será verdade? Claro que não. Só que o que se vê (o que é notícia) são os fanatismos. Ninguém publica notícias de moderados porque isso é o normal, é o natural.


É bom que nos lembremos que há 30 anos atrás a liberdade de expressão era uma miragem neste jardim à beira mar plantado. É bom que nos lembremos que há meio século atrás era culturalmente aceite os homens baterem nas mulheres neste jardim à beira mar plantado. E isto porquê? Falta de formação, educação e aproveitamento de factores como a religião e outros para promover um regime anti-plurarista. Tal e qual como no mundo islâmico. Ok, dir-me-ão que é incomparável. Está bem, mas Portugal é também incompravelmete menor que o mundo islâmico.


Nas diferenças, por vezes, também se descobrem as semelhanças.


06
Fev 06
publicado por brmf, às 14:43link do post | comentar

03
Fev 06
publicado por brmf, às 16:55link do post | comentar

Sinceramente esta discussão nem me aquece nem me arrefece. Por mim podem alterar a lei sobre o casamento, permitindo-o entre pessoas do mesmo sexo, à vontade que não me interessa.


Mas uma coisa escita pelo JPP no abrupto fez-me pensar: "O que é que se espera no “casamento” que não se tem na união de facto? A obrigação contratual de “fidelidade”?". Realmente é verdade, para que é que interessa o nome. Tudo não passa da nomenclatura de um contrato.


Por mim tenho a solução que agradaria a todos. Os casais heterossexuais passariam a viver em união de facto e os casais homosexuais passariam a viver em casamento.


Penso que seria desejável que o estado alterasse a lei para esta discussão, sem sentido, deixar de existir.


A única coisa que não posso concordar é que os casais homossexuais (família) possam vir a ter o direito à adopção. Neste caso, seria o direito de uma terceiro que seria colocado em causa e isso não posso admitir. A liberdade de uns (que deve ser respeitada) acaba quando começa a dos outros. Além de que me faz muita confusão esta situação, desculpem lá, mas até o meu liberalismo tem limites. 


publicado por brmf, às 16:30link do post | comentar
Estou com fezada no 69. Nas estrelas do euromilhões apostei no 6 e no 9.

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