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Mar 06
publicado por brmf, às 18:31link do post | comentar

"É esquerda moderna, estúpido!", por José Crespo de Carvalho no Jornal de Negócios

 

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publicado por brmf, às 10:03link do post | comentar

Quando se fala em crise económica e em medidas para combater essa crise (algumas delas difíceis), logo ouvimos os partidos de esquerda e em particular o PCP falar da banca e dos seus magníficos resultados.

 

Para o PCP, o sector bancário é como um "tumor" que é preciso extrair da sociedade. A pergunta do PCP é sempre: Se estamos numa crise como se fala, como é possível a banca ter resultados como os que teve, os melhores de sempre

 

O PCP faz sempre a pergunta sobre a perspectiva dos resultados líquidos e nunca do desempenho do serviço.

 

Eu pergunto: A banca paga impostos, tal como os outros sectores? Tem alguns privilégios especiais? Penso, e peço perdão se estiver errado, que a banca paga impostos tal como os outros sectores (aliás, tendo mais lucros paga mais!) e não me parece que tenha privilégios especiais.

 

O PCP deveria dizer que a banca é provavelmente o sector que melhor trabalha em Portugal, que tem muitos do melhores quadros portugueses. Eu vivi algum tempo na Alemanha e a verdade é que este é talvez o único sector onde nós estamos à frente dos nossos parceiros europeus. O serviço dos bancos portugueses é incomparavelmente superior ao dos seus parceiros europeus (o meu termo de comparação é a Alemanha - a locomotiva da Europa). Basta olhar para as funcionalidades duma ATM em Portugal em comparação com as ATM´s alemãs e creio que do resto dos países. Em Portugal, estas maquinas têm muito mais funcionalidades do que em qualquer outro país. Desculpem, mas isto também é mérito da banca nacional. Mas não é só nas ATM´s, mesmo o atendimento é melhor em Portugal (falo da minha experiência). Este é um dos poucos sectores onde os Portugueses têm confiança. Um qualquer estudo de mercado confirmaria isto mesmo.

 

A pergunta é: deve castigar-se quem trabalha bem?   

 

Nota: não sou banqueiro, não sou filho de banqueiros, não tenho família a trabalhar em bancos e tenho uma conta irrisória num banco, aliás banco estatal, ou melhor, com participação estatal (muito a gosto do PCP).

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