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Abr 06
publicado por brmf, às 17:53link do post | comentar

" Uma universitária andava no quarto ano da Faculdade. Tinha vergonha de que o seu pai fosse de direita e, portanto, contrário aos programas socialistas e seus projectos de lei, que davam benefícios aos que não o mereciam e impostos mais altos para os que tinham maiores rendimentos. A maioria dos seus professores tinha afirmado que a filosofia dele estava equivocada. Por tudo isso, um dia, decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo histórico e a dialéctica de Marx, procurando mostrar que ele estava errado, ao defender um sistema tão injusto como o da direita.
No meio da conversa, o pai perguntou: Como vão as aulas? Vão bem, respondeu ela. A média das minhas notas é 18, mas tenho muito trabalho para conseguir estas notas. Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente. O pai
prosseguiu: E a tua amiga Sónia, como vai? Ela respondeu, com muita
segurança: Muito mal. A média dela é 6, principalmente, porque passa os dias em shoppings e em festas. Pouco estuda e, muitas vezes, nem sequer vai às aulas. De certeza que vai chumbar o ano.
O pai, olhando nos olhos da filha, aconselhou: Que tal se tu sugerisses aos professores ou ao coordenador do vosso curso  que sejam transferidos 6 valores das tuas notas para as da Sónia. Com isso, vocês duas teriam a mesma média. Não seria um bom resultado para ti, mas convenhamos, seria uma boa e democrática distribuição de notas, para permitir a futura aprovação de vocês as duas. Ela, indignada, retorqui. Porquê?! Eu trabalhei muito para conseguir as notas que tive, enquanto a Sónia passeou pelo lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que tive seja, simplesmente, dado a outra pessoa.
O pai, então, abraçou-a carinhosamente, dizendo: BEM-VINDA À DIREITA!!!! "

(via o Lobby de Aveiro)

 

Sei que é uma anedota um bocado básica mas decidi publicar aqui para justificar o que entendo ser a direita e o papel da direita: o mérito individual

Para mim a direita não tem que ser moralista e conservadora como se tem tentado fazer crer e diga-se em abono da verdade que os partidos de direita, muitas vezes, se põem a jeito para serem rotulados como tal. Aliás, tenho sérias dúvidas que exista algum partido de direita em Portugal. Na minha opinião Direita e Liberalismo têm que caminhar lado a lado. Não compreendo uma Direita que não seja Liberal nem entendo um Liberalismo que não seja de Direita. 

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publicado por brmf, às 17:02link do post | comentar

Cinco anos, um mês e 15 dias depois da queda da ponte Hintze Ribeiro, que ligava Entre-os-Rios a Castelo de Paiva começa o julgamento do caso. Note-se bem: 5 anos.

Cinco para começar o julgamento, somem-se agora mais alguns para o decurso do julgamento, com recurso e mais recurso e vejamos quantos anos demorará até alguém ser punido por uma alguma coisa? (se é que há crime para alguma pena)

Quando chegar a hora de alguém ser punido (a o ser), certamente já o crime terá prescrito. Não sendo jurista nem tendo formação na área não me parece estar difícil de ver o fim da história: crime prescrito.

Não é este caso em concreto que me cria apreensão mas sim o estado da justiça. Este é apenas um exemplo de como a justiça portuguesa funciona mal. Aliás, neste caso, espero bem que não se faça uma "caça às bruxas". Em Portugal existem duas tendências: ou verifica-se uma “caça às bruxas” ou a “culpa morre solteira”, o meio termo é desconhecido entre nós.

Aguardemos os novos capítulos...


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publicado por brmf, às 11:40link do post | comentar

" Quem lida com o Parlamento sabe que há determinados dias em que os acontecimentos levam as pessoas a faltarem. Por exemplo, não se pode marcar uma votação por exemplo, quando o Benfica-Barcelona estavam a jogar, ou quando há um acontecimento grande que as pessoas querem ver " (TSF)

 

Segundo o próprio "as faltas dos Deputados na quarta-feira antes da Páscoa não teriam acontecido se a Assembleia tivesse encerrado, como devia!..." (4R)

 

 

 


publicado por brmf, às 10:17link do post | comentar

Sempre tive em mente a tradicional definição de economia: "a ciência que estuda como alocar recursos escassos à satisfação de necessidades ilimitadas", neste livro o autor revela-nos a economia definida como o "estudo dos incentivos". Um livro excelente que de uma forma simples fala de economia para o cidadão comum. Um livro simplesmente "politicamente incorrecto".

 

 

É claramente o livro que mais prazer me deu de ler nos últimos tempos. Para um "realista" é a leitura ideal. Para um "utópico", se calhar, não vai encontrar neste livro grandes motivos de interesse.

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