29
Jun 06
publicado por brmf, às 10:57link do post | comentar

" Socialismo é apenas a inveja pelo dinheiro alheio. O Socialismo é uma estéril e arcádica ternura do coração acompanhada de uma colossal ignorância da natureza humana. "

[Mantegazza citado em Movimento da Ordem e Vigilia Contra Corrupção]


publicado por brmf, às 10:38link do post | comentar

" A equipa mais forte conseguiu alcançar a qualificação para os quartos-de-final. Depois de ultrapassado o desapontamento inicial e olhando para trás, vemos um jogo emotivo, no qual a equipa mais forte conseguiu alcançar a qualificação para os quartos-de-final "

[Federação holandesa de futebol]

 


28
Jun 06
publicado por brmf, às 10:19link do post | comentar | ver comentários (1)

" Um estudo ontem divulgado em Espanha revela que 85% das notas de imprensa enviadas por agências de comunicação para as redacções dos órgãos de comunicação social do país vizinho são descartadas pelos jornalistas " (notícia disponível só para registados)

[Meios e Publicidade]


publicado por brmf, às 10:12link do post | comentar

" No diré que la ministra tenga toda la culpa de la eliminación pero es una de las partes que hay que culpar. Como consecuencia [de la negativa a nacionalizar a Kalou] Holanda fue víctima de una limitación. Si Robben y Van Persie no jugaban, no había otra alternativa

[Cruyff ao jornal De Telegraaf via El Pais]


publicado por brmf, às 09:54link do post | comentar
[foto de la noticia]

Cumpriu-se o  "desgraçado" destino da Espanha.


26
Jun 06
publicado por brmf, às 17:49link do post | comentar | ver comentários (1)

Épico. Um jogo memorável. Mesmo que tivéssemos perdido e, apesar da desilusão, estaria orgulhoso dos nossos rapazes, à excepção, talvez, de uma excessiva dureza; aquela do Deco não se faz. Também não me parece bem que, agora, se venha dizer que os holandeses não tiveram fair-play, este faltou de ambos os lados. Mas um grande jogo é assim. Fair-play a mais é jogo para “maricas”. Um grande jogo tem que prender, tem que ter emoção, impressibilidade, e acima de tudo, no meu caso, dizer-me alguma coisa. Não consigo vibrar com um jogo que não me diga nada. Talvez seja por isso que, geralmente, quando vejo um jogo tenho sempre tendência a puxar por um dos lados. É uma forma de o jogo “fazer sentido”.

Desculpem que vos diga, mas aquele jogo, especificamente aquele jogo, só poderia ter sido ganho com um treinador como o Scolari à frente dos destinos da selecção - o Scolari ou outro como ele, o Hiddink também tem esta capacidade. A capacidade de fazer os jogadores cerrarem os dentes, de entrarem em campo como se aquele jogo fosse o último das suas vidas.

A força da nossa selecção não está na capacidade individual dos seus jogadores - felizmente também a há, mas no “alinhamento” dos jogadores com os objectivos do grupo. Não ver isto, parafraseando o mais recente premiado da blogosfera, é ser futebolisticamente burro míope.

O Brasil pode ganhar campeonatos pela capacidade individual dos seus jogadores. Portugal não. A Korea (apesar de algumas ajudas externas) só chegou onde chegou no anterior campeonato do mundo devido a esse “alinhamento”. Em 80% dos jogos a capacidade individual do Brasil chega. Com a Korea, talvez apenas 20% dos jogos possam ser ganhos pela capacidade individual dos jogadores. No resto terá que ser o “alinhamento” a funcionar e mesmo assim a capacidade individual do Brasil é superior ao “alinhamento” Koreano. Portugal está no meio. Não vamos lá só com capacidade individual, mas se a isto juntarmos o “alinhamento” temos algumas hipóteses. Scolari sabe disso e fá-lo como ninguém.

O Hugo Viana não está na selecção por ser melhor que o João Moutinho. Está lá porque no fim do jogo disse “o nosso papel (dos suplentes) é ajudar os que estão lá dentro, puxando por eles”. O Hugo Viana sabia que ia para o banco, será que o J. Moutinho sabia? O H. Viana comprometeu-se a. Seria o J. Moutinho capaz de? O Scolari joga com isto sabendo claramente que o risco é maior, mas também que as possibilidades de sucesso também o são.

O estilo de liderança do Scolari não existe sem vítimas. Infelizmente para muitos, Scolari teve que criar algumas vítimas ao longo deste processo de liderança. Pode-se acusá-lo de muita coisa, mas não se pode acusá-lo de falta de coerência. O que este pede aos seus liderados, fá-lo ainda com mais afinco tal como um verdadeiro líder. E não faltam exemplos.

Um líder nunca é, por definição, consensual. Quando o é, deixa de ser líder. Scolari não é consensual, esse é um dos motivos de ser um grande líder para a nossa selecção.

Venham os bifes.


Nota: O excesso de cobertura televisiva ao mundial é tal que ainda não consegui ver, segundo me dizem, o grande golo do Máxi Rodriguez contra o México. É mais importante uma qualquer entremeada assada de um imigrante.

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publicado por brmf, às 09:34link do post | comentar
Eu, agnóstico, me confesso. Já tenho santa de devoção: a Nossa Senhora do Caravaggio.

22
Jun 06
publicado por brmf, às 09:45link do post | comentar | ver comentários (1)

Escrevo este post sem ter lido qualquer blog depois do Portugal-México, mas sem ler posso adivinhar que a ladainha deve ser do do costume: "Portugal jogou mal", "o Scolari é uma besta", "Portugal aquém da expectativas", etc. Para mim, basta que continue da mesma forma, ou melhor, com o mesmo resultado.  


20
Jun 06
publicado por brmf, às 18:39link do post | comentar

Vale a pena ler esta crónica do Joel Neto (para mim, um dos melhores cronistas sobre o tema futebol) sobre o Scolari e seus méritos e deméritos. É uma crónica que subscrevo a 100%. Além da escrita ser muito boa, isso já é habitual, o conteúdo é excelente.

Quem não gostar de futebol, pode, desde já, saltar de post.

Ponto de Situação por Joel Neto na revista NS´:

QUE SCOLARI não treinará Portugal depois do Mundial, parece-me claro. A prestação no Euro 2004 dá para tudo. Foi brilhante e foi catastrófica. Agora, se Scolari conseguir um bom resultado na Alemanha, terá acumulado dois feitos gigantescos. Se não, pelo contrário, terá acumulado dois desastres. E, inevitavelmente, sairá. Ou será premiado no estrangeiro pela sucessão de conquistas, ou será castigado em Portugal pela repetição da catástrofe. Será herói ou vilão - sem meio-termo. E, fatalmente, teremos de procurar um seleccionador novo.
Não é a ausência de Quaresma na convocatória, porém, que me fará decidir sobre ele. Se você ainda não sabe porque Scolari não convocou Quaresma, é porque não quer saber. Também eu gostava de ver o extremo dos sub-21 neste Mundial, sim. Mas acho igualmente que, passado o choque inicial, a questão tem sido agora alimentada sobretudo por adeptos do FC Porto que, independentemente da imagem de intelectuais, se revelam bastante regionalistas - e até um tanto trauliteiros. E, quando se olha para a selecção dos Estados Unidos tentando perceber porque Bruce Arena não convocou Freddie Adu, percebe-se porque Scolari também não convocou Quaresma.
A confiança num grupo de homens é tanto mais forte quanto maior for a qualidade e o reconhecimento dos que o comandante estiver disposto a sacrificar por aqueles que escolher. Quaresma foi o melhor jogador do último campeonato português. Por outro lado, era também dispensável, tendo em conta as presenças de Figo, Ronaldo e Simão. Era a vítima perfeita. Agora, sempre que se sentir menos motivado na pele de um dos escolhidos, cada um daqueles 23 há-de lembrar-se disto: Scolari confia tanto nele que o escolheu em vez de Quaresma. E empenhar-se-á em tributá-lo.
Pode discutir-se os méritos de Scolari. Tem sido um homem de sorte.
Tanto a caminhada do Brasil rumo à consagração mundial, em 2002, como o percurso de Portugal até à final do Europeu, em 2004, podiam ter terminado abruptamente com base numa simples distorção de acasos.
Mas foi ele quem nos levou pela primeira uma vez a uma final. E foi ele quem pôs o País a vibrar com a selecção. Se ganha demasiado dinheiro, não me preocupa. Portugal deve aos fornecedores, pede pagamentos por conta às famílias e depois atrasa-se nos reembolsos - não merece que nós, portugueses ou brasíleiros, trabalhemos de graça para ele.
E eu acho que Scolari merece que esperemos pelos resultados. Porque é um extraordinário gesto r de emoções. Porque nos deixa num estado de levitação que, embora nos aliene dos principais desafios do País (Sócrates deve adorá-lo), nos dá bianualmente um mês de emoções como não temos outro. Porque esse mês de emoções tem impacte na macroeconomia.
E porque, sejamos justos, é o treinador com mais vitórias em jogos da fase final do Mundial. Porque Portugal jogou mal com Angola, mas ganhou.
Porque Costinha e Maniche foram introduzidos em campo no minuto certo do jogo certo e, neste momento, todos achamos que devem voltar. Porque Deco esteve ausente e, na verdade, podemos melhorar.
Scolari não é homem de meios-termos. Exerce uma liderança de infalível desgaste - e, mesmo sabendo que sairá, está disposto a levar consigo o nosso ódio se, ao longo do processo, tiver uma só oportunidade, por modesta que seja, de levar a nossa saudade. E eu gosto de homens assim.

(bendito scanner)


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publicado por brmf, às 11:50link do post | comentar
A rúbrica Nicevertising tem estado ao abandono. Mas este anúncio é muito, muito giro.
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publicado por brmf, às 11:18link do post | comentar | ver comentários (1)

Quando este rapaz conseguir concretizar 1/3 das oportunidades de golo que ele próprio cria pode tornar-se num dos 3 melhores pontas de lança do mundo. As suas oportunidades de golo não são criadas pelos colegas. É ele próprio que as cria. Parece aqueles tipos que fazem a festa, atiram os foguetes e apanham as canas.

Quando este rapaz conseguir concretizar 1/3 das    oportunidades de golo que ele próprio cria, pode tornar-se num dos 3 melhores pontas de lança do mundo. As suas oportunidades de golo não são criadas pelos colegas. É ele próprio que as cria. Em todas as terras existem aqueles tipos que fazem a festa, atiram os foguetes e apanham as canas. Fernando Torres é um caso destes.

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publicado por brmf, às 10:46link do post | comentar

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, defendeu hoje (ontem) o estabelecimento de quotas mínimas de participação de mulheres em lugares de representação, como a Assembleia da República, mas não nos de nomeação, como o Governo.” (Público)


A minha opinião (já explanada aqui) é que não devem existir quotas mínimas de nenhuma espécie em qualquer cargo político, mas, aceito que hajam opiniões contrárias, o que não compreendo é a argumentação do Santos Silva. Se o problema é a desigualdade no acesso a cargos políticos entre homens e mulheres, estas também se verificam ao nível de cargos executivos. Aliás, os membros da AR não deixam, em último caso, de ser cargos de nomeação, nomeação dos dirigentes partidários. Mesmo que erradas, e, na minha opinião são, as regras devem ser iguais para todos.

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