31
Jul 06
publicado por brmf, às 16:13link do post | comentar | ver comentários (3)

O docontra vai a banhos. Volta já.  A todos os que por cá passam e que estão de partida para férias: umas óptimas férias.


26
Jul 06
publicado por brmf, às 10:06link do post | comentar
  1. "O que todos sabem e alguns fingem ignorar" por João César das Neves no DN

É o que eu digo, quando se abstém de falar de religião, acerta sempre na mouche. 

     2. "As esquerdas anti-semitas" por Vasco Graça Moura no DN  

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25
Jul 06
publicado por brmf, às 10:54link do post | comentar

"As coisas mais complexas são as mais simples (2)", por Paulo Pedroso no Canhoto 

O Paulo Pedroso faz algumas clarificações extremamente importantes sobre o caso do exames de Química e Física. Contudo, parece-me que uma coisa fica por explicar: se os diferentes currículos aparentam graus de dificuldade diferentes na primeira fase, como se vai eliminar essa desigualdade na segunda fase? Se bem entendi, vão continuar a existir exames sobre programas curriculares diferentes.

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publicado por brmf, às 10:43link do post | comentar
O que faz um coordenador de programas de texto numa rádio?
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24
Jul 06
publicado por brmf, às 10:24link do post | comentar

"Para além das aparências" de Eduardo Moura no Jornal de Negócios

 

"... é obrigatório avaliar esta ministra para além das aparências, para além da sua inabilidade política. E, até agora, só podemos dizer que esta é a ministra que queremos."

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publicado por brmf, às 09:34link do post | comentar
No último post referi-me ao método de avaliação em abstracto porque a maior razão para a existência dos exames nacionais não foi referida. Os exames nacionais são a única forma universal de avaliar, a avaliação é igual para todos os alunos independentemente do grau de exigência dos seus professores. Existe uma alternativa: realizar avaliações contínuas com exames iguais para todos, o que me parece inexequível.
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21
Jul 06
publicado por brmf, às 18:10link do post | comentar | ver comentários (2)

Deixando de lado a polémica dos exames nacionais, que, a meu ver, tem vários pontos que não podem ser desprezados, como por exemplo, a justiça no acesso ao ensino superior, a alteração de regras a meio do jogo, programas curriculares distintos em simultâneo, etc., vou focar-me no sistema de avaliação, reproduzindo uma opinião da Juventude Comunista:


"A JCP – Juventude Comunista Portuguesa considera os exames e testes nacionais um grave obstáculo ao sistema de educação público, gratuito e de qualidade que o Abril de 74 trouxe aos jovens portugueses. Ao menosprezar a avaliação contínua, os exames colocam em causa a justiça do sistema de avaliação."


Para a JC, os exames nacionais colocam em causa a justiça do sistema de avaliação, esquecendo-se que a avaliação contínua, e creio que se referem a itens não exclusivamente de conhecimento, como por exemplo: assiduidade, pontualidade, bom comportamento, etc. são muito mais, ou podem ser, injustos (a minha interpretação pode ser abusiva, mas não me parece pelo teor do texto). Estes itens estão muito mais dependentes da interpretação do avaliador do que qualquer exame quantificável do conhecimento.


E ainda, existe outra questão: o que deve ser avaliado, o conhecimento ou o desempenho em vários itens? A este respeito, lembro-me de uma vez um professor meu de Direito Fiscal (creio não estar enganado) ter dito que a ele não lhe interessava se os alunos iam muito ou pouco às aulas, o que ele queria era que soubessem o que fora ensinado nas aulas, independentemente de como aprenderam, nas aulas ou autodidacticamente. Mais: para ele, entre dois alunos que tivessem o mesmo resultado dava mais valor àquele que não ia às aulas (mas não diferenciava nas notas).
E a verdade é que não deixa de ter uma certa razão. Se um aluno não vai às aulas e consegue a mesma nota, saberá provavelmente mais do que aquele que sempre foi às aulas. Se sem ir consegue esse resultado, imaginem se fosse. Além de que, a aprendizagem autodidacta é mais perdurável no tempo.


Não quero dizer que a avaliação apenas deve avaliar o conhecimento, mas tem que avaliar acima de tudo o conhecimento. Eu acredito num sistema que ensine, não acredito num sistema que eduque. Isso cabe a outros que não a escola, principalmente se falarmos em alunos entre os 15 a 20 anos (já bem crescidos para os professores fazerem o trabalho que deveria caber a outros).


É verdade que os exames nacionais trazem um certo grau de pressão que pode prejudicar alguns alunos menos habituados a tal e aos quais se deve reduzir os efeitos dessa pressão. Mas não avaliar é muito mais injusto.

Contudo a pérola da JC vem depois:

"Os exames nacionais, favorecendo aqueles que dispõem de meios financeiros para pagar explicações e aulas paralelas, afectam a igualdade de acesso ao ensino superior e concorrem para a elitização do Ensino"

Ou seja, para não corrermos o risco de elitizar o ensino e para uma plena justiça social: Viva os Doutores.

 

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20
Jul 06
publicado por brmf, às 15:08link do post | comentar

61; 2x61=122; 3x61=183; 4x61=244; 5x61=305; 12x61=732;13x61=793; 24x61=1464; 100x61=6100

(via O insurgente via Abrupto)

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18
Jul 06
publicado por brmf, às 17:23link do post | comentar | ver comentários (3)
O conflito israelo-arabe é um daqueles assuntos onde gostaria de ter uma opinião fundamentada. Infelizmente tal não é, de todo, possível. Ler à esquerda dá um resultado, ler à direita dá outro completamente diferente. Não é possível em questões, que de ideológicas têm pouco, existir opiniões, não diria iguais, mas pelo menos razoáveis? Se lermos um artigo de alguém de Esquerda fica-se com a ideia que os israelitas são uns terroristas de primeira linha e que os árabes são uns pobres coitados desafortunados pelo seu destino. Se lermos um artigo de alguém de Direita fica-se com a ideia que os árabes são uma cambada de terroristas e os Israelitas alguém que angelicamente apenas defende a sua sobrevivência enquanto Estado. Em que ficamos?

Eu sei para que lado me inclino, mas que é difícil entender esta confusão, lá isso é. Textos isentos procuram-se. Alguém me ajuda?
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publicado por brmf, às 15:16link do post | comentar
" que eles precisam de conseguir é que a Síria faça com que o Hezbollah páre de fazer tanta 'm...' e tudo acaba"
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publicado por brmf, às 09:58link do post | comentar | ver comentários (3)
Mais um vídeo: "O pior golo da  minha vida".  Benfiquistas espreitem, os outros que bazem:).
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17
Jul 06
publicado por brmf, às 20:08link do post | comentar
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