25
Out 07
publicado por brmf, às 11:27link do post | comentar

Óscar Cardozo é mesmo craque. Dêem-lhe tempo e coloquem um segundo avançado a seu lado - pode ser o N. Gomes - e depois digam que eu não avisei...

 

Esta é para memória futura.

 

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publicado por brmf, às 11:26link do post | comentar

Ontem, sintonizado na SIC-N, ouvi Bagão Félix, lá num dos jalmoços do Caldas, afirmar que a carga fiscal vai aumentar em 2008, que, por exemplo, a carga fiscal respeitante ao IVA ia subir 8%, de acordo com o Orçamento de Estado para o ano que vem. Passemos a factos. A taxa de IVA vai mesmo subir em 2008? Que eu saiba ou algum português saiba, não. O que se passa é que estima-se que o consumo aumente – bom sinal, por passagem -, por conseguinte, e em consonância, estima-se que a receita fiscal relativa a IVA aumente também.

 

Receita fiscal e carga fiscal, por muito que se tente fazer crer, não são a mesma coisa. Não é com declarações destas que se cria uma alternativa credível ao governo PS. E o pior é que Bagão Félix não é primeiro a bater na tecla errada.

 

(Publicado previamente no IM)


23
Out 07
publicado por brmf, às 15:38link do post | comentar

Um partido para todo o serviço”, por Manuel António Pina, no JN.

(via Origem das Espécies)

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publicado por brmf, às 11:46link do post | comentar

O partido socialista e José Sócrates cometeram um erro político grave ao prometerem um referendo para a ratificação do (antigo) tratado constitucional europeu. E nem sequer precisavam de o fazer, afinal, o PSD tinha-lhes entregue em mão o poder, não seria por esta promessa que ganhariam ou não as eleições.

Agora, com o novo tratado de Lisboa, que, quer se queira quer não, é uma cópia do antigo tratado constitucional, segundo alguns especialistas, é a transição de 95% do texto do antigo tratado (não passa de um subterfúgio para fugir ao referendo), o governo vai ter que forçosamente cometer um dos dois erros: 1) não referendar o tratado e não cumprir uma das suas promessas eleitorais; ou 2) referendar o tratado e cometer o erro político e, a meu ver, democrático, de entregar ao povo a decisão da ratificação. O tratado de Lisboa, aliás, como todos os tratados europeus, é de uma complexidade e tecnicidade tal, que não se coaduna com uma decisão popular. Quando a maioria dos portugueses mal lê (verifiquem-se os índices de leitura), à excepção de diários desportivos, será que terá capacidade para se pronunciar sobre um assunto desta ordem?

 

Os deputados (e demais governantes) são eleitos – e pagos – para tomar este tipo de decisões. Cabe a eles ler e estudar os dossiers, e, depois, agir em conformidade. Se são eleitos para os mais altos cargos da nação é porque são, ou deveriam ser, os mais capazes na tomada de decisões que melhor sirvam os interesses de Portugal.

 

Sócrates está numa encruzilhada sem saída… saída existirá, só que nunca será uma solução airosa. Resta-lhe escolher entre a menos má das soluções.  

(Publicado previamente no IM)

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19
Out 07
publicado por brmf, às 18:35link do post | comentar

"Para arrumar o assunto, digo que tenho seis derrotas como treinador do Sporting e só falei na arbitragem uma vez, foi no jogo com o Paços de Ferreira"

Paulo Bento, treinador do Sporting

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publicado por brmf, às 15:27link do post | comentar

 

(clique na imagem para aumentar )

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publicado por brmf, às 11:48link do post | comentar

A presidência portuguesa da UE culminou num sucesso nacional. Apesar da presidência portuguesa só terminar a 31 de Dezembro, o que havia a fazer está feito, é deixar passar o tempo e aguardar que não surjam imprevistos de última hora com as ratificações. Parafraseando Sócrates, "Porreiro pá!".

 

(Publicado também no IM)

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15
Out 07
publicado por brmf, às 14:34link do post | comentar

Enganei-me. Escrevi algures que Luís Filipe Menezes não ganharia as directas do PSD. Enganei-me redondamente. Espero não me enganar na outra previsão que fiz, a de que jamais LFM chegaria a Primeiro-ministro de Portugal. Mas, parafraseando Santana Lopes – o renascido –, o país pode estar mesmo doido e dar a vitória a LFM. Não ouvi o discurso de Menezes na íntegra, mas ouvi partes, vi alguns comentários e li na diagonal (à Marcelo) a moção estratégica de LFM. Espremendo tudo – o discurso, não estou a falar das laranjas -, o que se vê é um discurso vago, populista e demagógico. Um discurso catch-all. Passemos a alguns exemplos. Ouvi de Menezes (esta parte ouvi, não foi contada) a afirmação que este era o único governo que, desde o 25 de Abril, não cumpria as promessas eleitorais. Disse que, antes, quando não se cumpriam as promessas, no mínimo, pedia-se desculpa pelo facto. Antes fosse. Na sua moção estratégica escreveu a seguinte pérola “…o Estado Social que se almeja é o que assegurar tudo a todos, com qualidade…”. Como é que pode alguém de bom senso afirmar um disparate destes? Eu sei que são palavras de circunstância, mas, se assim for, é o primeiro passo para cair no incumprimento das suas promessas; cometerá o erro que critica a Sócrates e ao seu governo. Sinceramente, espero que o País não esteja tão doido como o Pedro Santana Lopes julga que está. Sócrates forever.

 

(Publicado previamente no IM)

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10
Out 07
publicado por brmf, às 17:03link do post | comentar
No programa Trio de Ataque o melhor comentador é próprio apresentador.
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09
Out 07
publicado por brmf, às 10:04link do post | comentar

À geração quanto mais tarde sair de casa melhor apresentam-se duas alternativas: trabalhar para aquecer (o que no Inverno até pode dar jeito) ou, simplesmente, não trabalhar. O sistema fiscal é tão impróprio para consumo que dá-se o caso de em algumas situações não compensar trabalhar…e como se sabe não há almoços grátis. A utopia comunista é bonita, mas não existem utópicos do aquecimento pela via laboral.

Uma fábula: João, 25 anos, tem dois empregos a recibos verdes (chamemos-lhes emprego A e emprego B); posteriormente, entra no quadro no emprego B, mas, porque é um jovem bastante trabalhador, continua a manter o emprego A a recibos verdes, em regime par-time; João ganhava 1000 euros no emprego B e 200 no emprego A; após a alteração da sua situação contratual no emprego B, mantém o mesmo valor remuneratório em ambos os empregos; João descontava para a segurança social sobre 1200 euros – descontos feitos pelo próprio; depois de passar ao quadro no emprego B, a empresa começa a descontar por ele; contudo, dada a estupidez do sistema, João, terá que continuar a descontar enquanto trabalhador independente (emprego A) durante 6 meses; João descontava, e terá que continuar a descontar, o mínimo exigível para a S.S (sem todas as regalias), aproximadamente 150 €; se a este valor somarmos os 20% de retenção em sede de IRS (não sei se é obrigatório), no limite, João poderá estar mesmo a trabalhar para aquecer.

E assim continua esta geração. Ah, esqueci-me de uma alternativa: continuar a viver em casa dos pais e fazer jus ao nome da geração.

 

 

(Publicado previamente no IM)

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08
Out 07
publicado por brmf, às 17:05link do post | comentar
Será que li bem?
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publicado por brmf, às 17:02link do post | comentar | ver comentários (1)

Petição contra a mutilação genital feminina (via blasfémias)

 

Quem considerar isto uma questão cultural merece se enrabado até à morte

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