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Jan 09
publicado por brmf, às 15:45link do post | comentar

"Do meu ponto de vista, houve um momento em que aquele muro de argumentação em que Sócrates se transforma sempre que dá uma entrevista abriu uma brecha.(...)

 

(Henrique Monteiro, no Expresso)

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publicado por brmf, às 14:57link do post | comentar

"O Benfica até parecia o FC Porto. Penaltis que não existiam. Outros que existiam mesmo. Golos em fora de jogo e o primeiro lugar no campeonato." (RMD no 31 da Armada)

 

É verdade, estranha-se.

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publicado por brmf, às 10:56link do post | comentar

O país entrou em polvorosa com os alegados erros de arbitragem dos jogos de ontem (Benfica-Braga e F.C.Porto-Trofense). Não me recordo de tantas manifestações de indignação quando o Benfica foi prejudicado - excepto do próprio Benfica, é claro -, mas passemos aos factos. O Prof. Ignorante Jesualdo Ferreira queixa-se de duas penalidades que ficaram por marcar a favor do F.C.Porto. É força do hábito. Estão tão habituados a penálties não-penálties que estranham quando assim não é. Queriam um penálti a toda a força, mesmo que não fosse. Num dos casos toda a gente viu que não era; no outro admito que poderia ter sido marcado. Mas dois? Só por força do hábito é que se pode dizer uma alarvidade destas. Mais: outra vez, o parte-cabeças-Bruno-Alves agrediu um adversário impunemente. Os jornais dizem que foi sem querer. Começo a achar que este tipo joga futebol sem querer. Queria ter ido para pugilista e acabou no futebol por engano.
No jogo da Luz é verdade que o Benfica foi beneficiado, mas não ao ponto, como ouvi no resumo do jogo no Domingo Desportivo, de ter havido 52 penalidades não assinaladas a favor do Braga (quem era aquele cromo que estava a relatar o jogo?!). O Braga pode queixar-se de um golo em fora-de-jogo do Benfica, um penálti não assinalado a seu favor (o lance do Luisão) e um penálti um pouco forçado assinalado a favor do Benfica (mas que não é um erro de arbitragem, a decisão tanto podia cair para um lado como para o outro, mas já que usou critério largo na área do Benfica também o deveria ter feito na outra). Mas o que eu acho mesmo piada é aos comentários de um lance de alegado – inexistente! – penálti cometido pelo Katsouranis. O jogador do Braga Rentería domina a bola com o braço, que depois fica à mercê do Alan, e onde, depois, supostamente o Kat teria feito penálti. O curioso é que ninguém fala da mão na bola do jogador do Braga. O cagar é a última fase do processo digestivo. Primeiro come-se e depois é que se caga. Aqui é a mesma coisa. A falta do jogador do Braga é precedente. Primeiro marca-se a falta do jogador do Braga; o resto não é preciso discutir porque não devia, sequer, existir – e, mesmo assim, não é falta (o tribunal do jornal Ojogo é unânime). Mas o problema é este: porquê começar a análise ao processo digestivo pela defecação?
 

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