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Fev 09
publicado por brmf, às 10:23link do post | comentar | ver comentários (3)

Os lags já ganharam o seu campeonato. Agora é tempo de nós ganharmos o nosso, aquele a sério. Mas para isso seria bom que o Quique aprendesse umas coisas, p.e., que um ponta-de-lança serve para marcar golos; coisa que o Suazo não faz e que o Cardozo faz muito bem. Adiante. Os lags festejaram o seu campeonato em Fevereiro (não se esqueçam de ganhar para a semana que vem!), nós festejaremos o nosso em Maio.

 

Já que estamos em tempo de Carnaval, cá ficam umas palavrinhas para os adversários daquele clube apreciador de frutinha do país do Carnaval. Quando jogarem contra eles, lembrem-se que convém não passar, nem tão pouco soprar, perto das figurinhas. Eles são muito frágeis e sensíveis e podem cair a qualquer momento.

 

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publicado por brmf, às 09:30link do post | comentar | ver comentários (2)

Sinceramente, apesar de não conhecer em que moldes será leccionada, não percebo a utilidade da disciplina de educação sexual nas escolas. Se fosse através de seminários de participação opcional, como na faculdade, ainda entendia; mas como uma disciplina a englobar um leque de muitas outras não vejo a sua utilidade. Parece-me útil que se disponibilize o máximo de informação possível aos jovens sobre todas as temáticas que envolvam a sexualidade no estrito âmbito da saúde sexual e da prevenção de comportamentos de risco – perspectiva utilitária. Acho que alguns seminários sobre o tema seriam adequados; caso contrário, o que me parece é que o Estado quer alargar o seu âmbito de actuação: quer “mandar” no mais íntimo e pessoal do ser humano. No meu tempo de estudante do ensino básico – tempo distante! - existia o projecto área escola (em boa verdade não se fazia nada!) que era suposto ser uma “área curricular não disciplinar”. Porque não aproveitar este enquadramento, se é que ainda existe, para fornecer informação aos jovens aos mais variados níveis? A educação sexual seria uma das temáticas entre muitas outras. Isto iria, inclusive, permitir recorrer a formadores externos em certas matérias mais específicas com poupança de recursos de tempo. A escola serve, essencialmente, para fornecer saber disciplinar aos estudantes. Tudo o que vá além disso, regra geral, dá asneira. E o problema da escola pública nos últimos tempos é, a meu ver, essa intenção de transformar a escola numa espécie de substituição da família. Exige-se aos professores que sejam encarregados de educação, o que, como é óbvio, por um lado, não transforma os professores em encarregados de educação, e por outro, fá-los piores professores.

 

As minhas dúvidas em relação à educação sexual nas escolas não têm nada que ver com conservadorismo moral, muito pelo contrário. O que eu não quero é que o Estado venha com a sua moral para cima dos cidadãos.

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