26
Jun 09
publicado por brmf, às 14:48link do post | comentar

É verdade que o Sócrates tem feito asneira atrás de asneira. Mas o que não é menos asneira é criticar ontem uma coisa e hoje criticar o completo oposto dessa mesma coisa - e exigida ontem. Parece que vale tudo na política. Ontem, a oposição criticou o Governo por não utilizar a sua golden share na PT para impedir o negócio da compra da TVI por parte da empresa; hoje, criticou o inverso. Preso por ter cão e preso por não ter.


22
Jun 09
publicado por brmf, às 17:49link do post | comentar

O homem pode dar as calinadas e os pontapés que quiser na gramática que eu gosto dele e pronto: " O futebol não é uma ciência exacta, mas é uma ciência de cada um" (pela voz do Senhor).

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18
Jun 09
publicado por brmf, às 12:22link do post | comentar

Gostei das declarações do Jorge Jesus na sessão de apresentação como treinador do Benfica. De gente bem falante, estou farto. Gente que tem Aimar, Reyes e Suazo e diz que o objectivo é encurtar distâncias não quero ver nem a tiro. Eu quero um treinador que diz que vai para ser campeão. Se o vai ser ou não já é outra conversa. 

 

Uma lista candidata à Presidência do Benfica só terá o meu voto se garantir o Jorge Jesus como treinador da equipa na próxima época. Bruno Carvalho está riscado das minhas opções de voto. E olhem que eu não gostava nada de ter de votar em LFV.

 

 

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publicado por brmf, às 12:19link do post | comentar

As declarações do PSD sobre o veto do Presidente da República à nova lei do financiamento partidário foram miseráveis. Aprovar aquilo com o que não se concorda é de uma incoerência e desonestidade a toda a prova. Afirmá-lo sem pudor é em si mesmo uma vergonha. Mas, se ao chinfrim que o PSD fez sobre a inclusão dos nomes de Ana Gomes e Elisa Ferreira na lista do PS ao PE – com toda a razão, aliás –, afirmando-os como nomes “faz de conta”, se confirmar que Paulo Rangel abandona o Parlamento Europeu após as legislativas se o PSD as ganhar, comprova-se o que já todos sabíamos: é tudo farinha do mesmo saco. Aprendemos (reforçamos a aprendizagem) que esta gente não é para levar a sério. Era bom que o Dr. Rangel clarificasse esta situação.

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ricochete


05
Jun 09
publicado por brmf, às 14:47link do post | comentar

Depois de um longo tempo de ausência que isto não está para brincadeiras – quem me dera trabalhar na Portugália! -, venho deixar as minhas impressões sobre estas Europeias. Primeiro, como já foi dito por muita gente, esta campanha foi muito fraquinha. Programas nem vê-los, ideias muito menos. O Dr. Rangel promete coisas que já existem – Erasmus para o primeiro emprego quando os programas Leonardo Da Vinci e o Inov Contact servem para isso mesmo. O Dr. Vital, douto Doutor de Coimbra, associa o caso BPN ao PSD de uma forma, no mínimo, muito imprudente. Só espero que aquando das legislativas os socialistas não se vitimizem pela utilização do caso freeport. Já diz o ditado, “quem tem telhados de vidro não deve atirar pedras ao telhado do vizinho”. O CDS simplesmente não tem programa como alertou o Pedro Correia no Delito de Opinião e que eu confirmei no site dos populares. O BE tem a vantagem de ter os melhores cartazes de campanha, aquela do “Porreiro para quem, pá?” está muito bem gizada, o problema são as ideias, e que grande problema são. A CDU aparece com o discurso de sempre, “mais salários, mais emprego, mais direitos, mais qualquer coisa, qualquer coisa mais”.

 

Mais a mais, isto é assim: as figuras gradas – expressão querida ao Dr. Vital Moreira – dos principais partidos estão eleitas, pelo que vou entreter-me a votar no MEP. Acho que a Dra. Laurinda Alves merece esta oportunidade. Um deputado eleito por um partido a solo terá tendência a trabalhar mais em vez de se esconder atrás dessas ditas figuras gradas dos partidos. Acontece aqui e acho que deve acontecer por lá. Por isso, o meu voto está entregue: MEP. Apesar de um conjunto de lugares comuns que o MEP apresenta – é um mal geral -, parece-me que a campanha deles foi muito positiva, principalmente na forma. E de conteúdo ninguém se pode orgulhar. A maior parte da discussão centrou-se em temas nacionais que o trabalho parlamentar na Europa para nada, ou quase nada, poderá contribuir.

 

Outra coisa que eu reparei nestas eleições para o parlamento europeu foi a grande rotação dos cartazes de campanha. Todas as semanas os cartazes eram substituídos por novos, alguns até muito parecidos (os do PS eram todos muito parecidos). Em tempos de crise é muito curiosa esta situação. Como notou o presidente da AEP, viva o espectáculo!

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ricochete


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