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Jul 09
publicado por brmf, às 11:01link do post | comentar

Não gosto da personagem Bruno Carvalho e nunca terá o meu voto, mas tem razão numa coisa: o que despoletou todo este imbróglio jurídico do acto eleitoral na mais democrática instituição do País - o Benfica, pois claro - foi a demissão em bloco dos órgãos sociais do Benfica com vista a antecipar as eleições com o único objectivo de beneficiar o actual presidente, aliás, facto claramente assumido pelo actual presidente da Assembleia Geral do clube. Tudo isto é lamentável, mas é bom não esquecer o primeiro dos culpados. Tal como disse Bagão Félix, tratou-se de um "golpe estatutário" à data dos factos. A acção movida agora por Bruno Carvalho é só mais um “golpe palaciano” de assalto ao poder no Benfica - eu entendo que ser Presidente do Benfica nem que seja por dia deve remexer os miolos de qualquer ser humano normal!
Chegados a este ponto, o Manuel Vilarinho, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Glorioso, se for um homenzinho, só tem uma solução: adiar as eleições. É a única solução que recupera a dignidade da instituição. É a única solução que repõe a democraticidade no clube. Temos de fazer jus aos pergaminhos de maior Instituição democrática do País. Não podemos mandar às malvas as decisões judiciais nem os estatutos do Clube, nem podemos permitir que um sujeito que não representa a maioria de vontade do clube seja eleito Presidente.


publicado por brmf, às 10:51link do post | comentar

Leio por aí que José Sócrates quer fazer uma campanha “estilo Obama” para as próximas legislativas. Parece que já tinha começado com as Europeias com os resultados que se conhecem. Isto demonstra mais uma vez o desnorte de Sócrates. Não é preciso ser muito inteligente para verificar que uma campanha com o mote na mobilização em massa da sociedade civil, conseguindo que as acções de campanha surjam fora dos aparelhos partidários e através das redes sociais, nomeadamente virtuais, só se pode conseguir com um grande movimento de desejo de mudança e/ou de crença. Obama representava tudo isso. Concorde-se ou não com o homem, ele era o rosto da “esperança”.
Agora parece que o PS tem como objectivo para as eleições legislativas que 90 por cento das suas acções de campanha partam de movimentos de voluntários e não do aparelho socialista. Acredito que o consigam, só não acredito que tenham muitas acções*. É certo que hoje em dia está na moda e é fácil aderir a redes sociais – escrever um tweet a dizer que o Sócrates é o maior demora meio minuto. A rede está inundada de, p.e., petições para todos os gostos e as pessoas aderem porque é acessível, não custa nada e está na moda. Mas não é menos verdade que estas acções nas redes sociais só se conseguem em grande volume – para ser eficaz é necessário volume – quando se acredita em algo. Onde está o projecto do PS que faça acreditar os portugueses?

 

* Claro que há que contar com os jotinhas. Não me espantaria nada que estes fizessem o seu trabalho invisível e no fim o PS se venha vangloriar que a "sociedade civil" aderiu em massa à sua estratégia.

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ricochete

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