30
Jun 10
publicado por brmf, às 23:52link do post | comentar

Palermo continua a ser Palermo: sob proposta do clube do bairro de Contumil, parece que a Liga de clubes aprovou uma lei que define os «stewards» como agentes desportivos.


publicado por brmf, às 23:41link do post | comentar

Um campo de futebol tem entre 64 e 75 metros de largura. Metros! O suposto fora-de-jogo do Villa, segundo umas imagens em 3D, foi de 22 centímetros. Centímetros! O Professor disse que o golo foi marcado em claro fora-de-jogo. Claro!

Sabem o que são 22 centímetros? É menos do que um sapato de tamanho 35.


publicado por brmf, às 19:30link do post | comentar

Depois de uns tempos de escrita ocasional - por necessidade e porque faz bem pausar o ritmo de vez em quando -, este blogue vai regressar à regularidade habitual.


29
Jun 10
publicado por brmf, às 19:55link do post | comentar

O meu mundial foi o de 94, nos Estados Unidos, não porque tivesse sido extraordinariamente bem jogado, mas porque foi aquele que vivi como verdadeiro “mundialista”. Vi os jogos quase todos. Tinha 12 anos, estava de férias, e o mundial não tinha concorrência. Também acompanhei o de 98, mas aí, entre praia e mundial, já com autorização para sair de casa, a coisa baloiçava. Que bem sabia acordar ao meio-dia e dedicar a tarde a acompanhar os jogos (salvo erro, a maioria das transmissões era à tarde). Mais a mais, era o futebol pelo futebol, Portugal tinha ficado em casa, como quase sempre até 96.

 

Lembro-me dos chutos de bico do Romário; das corridas endiabradas do Bebeto com aquela cara de quem se está sempre a rir; da melhor prestação que vi um jogador fazer num mundial, o Baggio, que levou a Itália literalmente ao colo até à final para, depois, no momento do juízo final, entrar para a eternidade ao falhar o penálti decisivo; lembro-me dos malucos do Higuita e do Ravelli; lembro-me da cabeleira do Valderrama; do reformado do Milla; da parceria do Maradona e do Cannigia interrompida da forma que se sabe, tão esperada quanto indesejada. Enfim, memórias, estas e muitas mais; as memórias de um verdadeiro “mundialista”.

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09
Jun 10
publicado por brmf, às 18:40link do post | comentar
  • Logo há mais um título para conquistar, em basquetebol; contra os “andrades”, até em matraquilhos sabe bem vencer.
  • A linguagem hermética do Jorge Jesus não é para qualquer um. Afirmou que precisava de um guarda-redes que desse pontos. Só não disse se eram pontos para o Benfica ou para os adversários. No fim, foi buscar o suplente do suplente do Atlético de Madrid. Percebo agora o Jesus. Desço à terra com ele.

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