30
Jul 10
publicado por brmf, às 16:24link do post | comentar

Face ao silêncio, depreende-se que os liberais-mais-à-séria-se-a-agenda-for-anti-Sócrates não acreditam nas agências de rating.


29
Jul 10
publicado por brmf, às 20:08link do post | comentar

se é bem feito pelos homens errados, é mal feito; se é mal feito pelos homens certos, é bem feito.

 

A verdade é esta: por muito que não se goste, encontrou-se uma saída airosa para todos neste negócio da venda da Vivo à Telefónica. É uma pequena vitória de Sócrates e do Governo, aparte publicidade anexa. Sopra uma aragem fresca como há muito não se sentia em São Bento.

 

_

ricochete


publicado por brmf, às 20:06link do post | comentar

Marco Materazzi sobre Mourinho: "Depois de dois anos posso dizer que é único, o número um. Inimitável. Ainda que o verdadeiro fenómeno, e já lho disse, tenha sido Moratti, que gastou 18 milhões com Mourinho e depois pediu 16 ao Real para o ceder: com dois milhões teve o melhor durante dois anos" (p)

 

Nota: Inter gastou 18 milhões em salários e arrecadou 16 milhões na venda. Em "termos líquidos", Moratti gastou 2M por dois anos de contrato com Mourinho, o mesmo que Queiroz custa(va) por ano à FPF.


27
Jul 10
publicado por brmf, às 10:01link do post | comentar

Se Passos Coelho quiser afirmar-se como alternativa credível, tem de fazer uma limpeza na sua entourage (1,2) .


26
Jul 10
publicado por brmf, às 21:26link do post | comentar

Existem as estrelas mediáticas do presente. Existem as figuras de sempre - até na hora da despedida - e para todo o sempre. Raúl é um destes últimos.


23
Jul 10
publicado por brmf, às 22:05link do post | comentar
  • acabar com os onze dias úteis de  férias justificadas por motivo de casamento (ou permitir a todos onze dias de férias de vez em quando )
  • acabar com todos os subsistemas públicos de saúde e de segurança social;
  • limitar o endividamento e défice públicos a x% do PIB;
  • redefinir o mapa autárquico, agrupando freguesias e concelhos;
  • repensar o esquema das empresas municipais: eliminar aquelas em que os seus serviços possam ser garantidos pelos próprios órgãos das autarquias, externalizar muita coisa e só em último caso mantê-las;
  • retroceder na lei sobre contratação pública por ajuste directo e, mais importante, clarificar, facilitar e moralizar o sistema de forma a que todos – repito, todos – tenham efectiva igualdade de oportunidades nos concursos públicos (empresas e privados).

publicado por brmf, às 11:34link do post | comentar

Elogiei aqui em baixo a proposta de revisão constitucional do PSD, não tanto pelo conteúdo mas pela clarificação do posicionamento do partido, contudo, há que reconhecer que nem tanto ao mar nem tanto à terra:

 

"A lei poderá prever o aparentamento de listas para efeito de combinação de votos nos círculos locais." (art. 149, alínea 3)

 

Importam-se de traduzir para Português-de-Portugal-daquele-que-é-suposto-os-Portugueses-entenderem :)

 

(via 31 da Armada)


21
Jul 10
publicado por brmf, às 22:05link do post | comentar

Anda aí muita celeuma por causa da proposta de Revisão Constitucional do PSD. Tem méritos óbvios e que me surpreenderam face à impressão que vinha construindo sobre Passos Coelho.
Sobre o conteúdo, e dado que ainda não é conhecida a proposta na sua totalidade, nada de muito relevante me apraz dizer. Parece que não muda muita coisa em concreto, senão vejamos: substituir no texto constitucional sobre os despedimentos a expressão “sem justa causa" por "sem razão atendível” não me parece que vá alterar grande coisa na Constituição. A questão está na interpretação e na definição dos conceitos. Basta a lei específica definir exactamente quais são as tais “razões atendíveis” tal como já o faz com o “justa causa” para ficar tudo mais ou menos igual. Parece, inclusive, como relembra o Eduardo Pitta, que não é novidade nenhuma. Como este, outros casos parecem-me semelhantes (aguardemos). Algumas alterações propostas, das que vi publicadas na comunicação social, mudam de facto mas não tanto quanto se quer fazer crer.
Mas o importante não é tanto o conteúdo. É o sinal que dá. Como diz o Tomás Vasques, é um “programa ideológico e político” e “clarificador” das ideias deste PSD para o país. Não sei se a constituição é o local adequado para o fazer, mas daí não vem grande mal ao mundo. Temos uma maioria de esquerda que não vai aprovar a proposta e muito dificilmente teremos 2/3 de apoiantes para apoiar as alterações no futuro. Ou seja, goste-se muito, pouco ou nada das propostas do PSD, ninguém pode dizer que é mais do mesmo. O que temos tido até agora é alternância democrática – mudança de boys -, agora temos alternativas políticas. O que se discute é política, pura e dura. Só por isso já valeu a pena. As escolhas ficam com os eleitores.

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ricochete


20
Jul 10
publicado por brmf, às 22:11link do post | comentar

“Já deixei bem claro que quero dar o salto para o estrangeiro já esta época”

(Miguel Veloso, Junho 2008)

 

No último dia do mercado de transferências de Inverno, em 2009, Miguel Veloso falta ao treino sem qualquer justificação, ao que tudo indica para forçar saída do Sporting para Inglaterra, mais concretamente para o Bolton.

(Expresso, Fevereiro 2009)

 

“Decido o meu futuro depois do Mundial. Acredito que este seria o ano indicado para deixar Portugal e jogar em Itália”

(Miguel Veloso, Junho 2010)

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12
Jul 10
publicado por brmf, às 10:02link do post | comentar | ver comentários (1)

Beijo em directo na flash-interview (foto D.R.)

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08
Jul 10
publicado por brmf, às 22:00link do post | comentar

Um país moderno: depois de um transporte colectivo, o metro do Porto, com um sistema de pagamento complexo, temos umas auto-estradas com um sistema de pagamento ultra-mega-complexo. Na autoestrada que circulo todos os dias, a A41, começaram a aparecer as primeiras tabuletas com as tarifas de circulação. O que ainda não percebi é onde começam e onde acabam os troços que se pagam. E passo lá todos os dias. Imaginem os outros…


05
Jul 10
publicado por brmf, às 12:45link do post | comentar | ver comentários (1)

Vejo muitos sportinguistas a defenderem a venda do Moutinho ao Fc Porto, considerando a mesma um bom negócio, dado que o João Moutinho pouco deu e pouco tinha a dar ao Sporting e o valor em causa era interessante. Discordo, e enquanto o futebol for futebol, não é disso que se trata. É mais ou menos como um homem (ou mulher) levar um par de chifres: é sempre mau, mas antes com um desconhecido(a) do que com o melhor amigo(a). Aqui é mais ou menos a mesma coisa: o problema não é a razão nem o montante, mas sim o destinatário.

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