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Set 12
publicado por brmf, às 19:54link do post | comentar

1. Porque a mais gravosa e austera medida (para os trabalhadores, claro) de todo o "dito" plano de ajustamento nada tem que ver com resolver o problema do défice e da dívida pública;

2. Porque as ideias não são sarna, não são contagiosas; Não, eu não sou dos que defendem que não devemos cumprir os nossos compromissos, que acha que os contratos são para rasgar. Não! Mas também não aceito que existam uns contratos mais importantes do que outros só por causa da distinta força ou poder das partes contratantes. E já se “rasgaram” vários contratos. Não aceito uma política de forte com os fracos e fraco com os fortes.


publicado por brmf, às 12:45link do post | comentar

Lembrar a todos aqueles que amanhã vão ficar em casa: a mais gravosa e austera medida (para os trabalhadores, claro) de todo o "dito" plano de ajustamento nada tem que ver com resolver o problema do défice e da dívida pública, nem sequer com a decisão do TC. Tem um impacto nulo ou quase nulo no défice e consequentemente na dívida. Daí que o argumento de chamar à discussão Sócrates e o antigo governo não fazer qualquer sentido, excepto o de atirar areia para os olhos das pessoas. A alteração das responsabilidades (empregador vs trabalhador) com a TSU é uma opção política e uma experiência económica da (ir)responsabilidade deste governo e da tripla Gaspar-Passos-Portas.

 

 

 No Porto, a concentração é às 17h nos Aliados.

 

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