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Mar 06
publicado por brmf, às 11:59link do post
"O valor dos salários no sector privado em Portugal deverá ter largamente superado durante o ano passado o somatório da inflação e do aumento da produtividade registado, quebrando assim uma das regras geralmente estabelecidas para preservar a competitividade da economia nacional.

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Tendo em conta que em 2005 a taxa de inflação se cifrou em 2,3% e que, de acordo com os dados das remunerações declaradas à Segurança Social, os salários cresceram 4,3% em Outubro face ao período homólogo, torna-se evidente que o muito fraco aumento da produtividade nacional ficou muito longe de compensar este elevado diferencial.

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A ameaça à competitividade nacional ocorre quando se verifica que a evolução dos custos unitários de trabalho em Portugal é mais alta do que a que ocorre nos países parceiros comerciais. Este indicador é medido como o aumento da compensação por trabalhador menos a variação da produtividade.

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Portugal tem a este nível registado valores sempre mais elevados do que os seus concorrentes. Mesmo em 2004, ano em que os custos unitários de trabalho cresceram 2,1%, isso não foi suficiente para ficar abaixo da média europeia.

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Em 2005, com os salários a crescerem 4,3% e com a pequena compensação de 0,3% na produtividade, o cenário deverá ser ainda mais desfavorável, uma vez que na maior parte dos parceiros europeus a contenção salarial tem sido aplicada e, principalmente, a produtividade tem aumentado muito mais."

Fonte: DN

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